CALIBRES E FERRAMENTAS
O calibre, revisto contra o PMI antes de o pagar.
Um calibre ou um poka-yoke aprova-se muitas vezes olhando para o 3D. O GALGA compara-o com o modelo libertado e o seu PMI, e deixa cada ferramenta com uma ficha técnica que se pode seguir.
O que revê
- A peça no calibre: que seja a revisão libertada e como está colocada.
- Referências: cada alvo de A sobre um apoio, e os simuladores de B e C face à sua condição virtual (MMB) do PMI.
- Contactos: interferências com apoios e grampos, e grampos que apertam fora do apoio de baixo.
- Grampos que empurram de lado: grampos rápidos ou empurradores que deslocam a peça das suas referências porque não há um batente em frente.
- Poka-yoke: se entra a peça da mão contrária e se entra a mesma peça rodada 180°.
A ficha técnica de cada ferramenta
Molde, calibre, poka-yoke, dispositivo com grampos ou cunho: cada um recebe um ID com dígito de controlo, a impressão digital do seu STEP (o 3D não sai do seu computador), o resumo da sua revisão e o seu estado técnico. Se muda a revisão da peça, a ferramenta fica «revisão pendente». Sai em JSON e Excel, pronta para o seu sistema de rastreabilidade, seguindo a lógica da IATF 16949 (8.5.1.6): estado, propriedade e nível de alteração de engenharia.
O que não faz
- Não substitui a medição do calibre: as tolerâncias de fabrico do calibre não estão no 3D.
- Não calcula a sequência de aperto nem a cinemática dos grampos.
- A ficha não localiza a ferramenta: a localização, os ciclos e a calibração vêm do seu sistema de fábrica.
Perguntas frequentes
De que preciso?
O STEP do calibre e, por cada peça, o seu STEP e o seu PMI (o GALGA extrai-o do próprio modelo).
Serve para calibres de qualquer fabricante?
Sim. Lê o STEP da ferramenta venha do programa que vier, incluindo montagens e camadas do Rhino.